quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Reunião Comtur São Vicente - 18 novembro 2010

CARTA DE TURISMO: Sugestões e Propostas para o Setor II

Sugestões de Inclusão e Ajustes para a Carta de Turismo de São Vicente


Por..:: Caiçara Expedições

- o PIT do Gonzaguinha está necessitando sua conclusão.

- Verificar a possibilidade de uso público do toalete da Casa Martim Afonso.

- O poder público NÃO pode operar roteiros turísticos, nem oferecer guias de turismo e/ou monitores de turismo. Ao poder público cabe desenvolver políticas de infra-estrutura de apoio, além de ordenar, fiscalizar e incentivar a iniciativa privada. Segundo a  lei nº 11.771 de 17 de setembro de 2008, Art. 27, Compreende-se por agência de turismo a pessoa jurídica que exerce atividade econômica de intermediação remunerada entre fornecedores e consumidores de serviços turísticos ou os fornece diretamente. § 1º - São considerados serviços de operação de viagens, excursões e passeios turísticos, a organização, a contratação e execução de programas, roteiros, itinerários, bem como recepção, transferência e a assistência ao turista. § 3º - As atividades de intermediação de agência de turismo compreende a oferta, a reserva e a venda a consumidores de serviços turísticos.

- Quando o poder público divulga a cidade como destino é comum que se divulguem roteiros ou circuitos, e NÃO atrativos em si. Poderíamos aplicar essa tendência.

- Orçamento para eventos de promoção da cidade. Determinar eventos como Aviestur, Salão do Turismo, Avirrp, Salão São Paulo, Boat Show, Adventure Sports Fair e Feira de Turismo Rural e outros.

- Analisar se o orçamento que a prefeitura destina à Setur é compatível com as necessidades e importância do setor para a economia da cidade.

- Criação de Unidades de Conservação Municipal Parque do Voturuá.

- Necessidade de frente de trabalho para manutenção de áreas e equipamentos turísticos.

- Criar incentivos fiscais através de leis municipais que fomentem os investimentos e projetos turísticos.

- Disponibilizar espaço para o trade turístico nos eventos realizados pela prefeitura (Centro de Convenções, eventos de praia e outros).

- Constar atividade turística no Plano Diretor do município.

- Museu do Escravo (Parque Ecológico do Voturuá): Sugerimos restauração. Não à demolição;

- Na Carta de Turismo, na parte de Atrativos Turísticos, cita-se a colocação de árvore Chapéu de Sol – somos totalmente contra, pois esta árvore é exótica e atrai grande quantidade de morcegos. Deve-se colocar espécies nativas da Mata Atlântica.

- Na Carta de Turismo, na parte de Economia local, cita-se a inexistência de Convention & Visitors Bureau local – somos contra, pois já existe o SRCVB – devemos ter uma visão metropolitana.

- Em todas as reuniões do COMTUR devem ser convidados todos os vereadores e prefeito.

- Restaurar Casa do Barão e revitalização do Museu Histórico (Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente).

- Instituir museu da história da colonização brasileira.

- Estudar e preservar as ruínas de Santana do Acaraú.

- Incentivar produção de artesanato.

- Privatizar o complexo de eventos e convenções da Costa da Mata Atlântica.

- Revitalizar o Porto das Naus / Engenho de cana de açúcar Jerônimo Leitão.

- Adotar um selo de qualidade para empresários que desenvolvem atividades ao turismo sustentável.

- Em todas as reuniões realizadas pela Setur é de suma importância ser lavrada uma ATA, feita pela mesma. A mesma deve ser aprovada e assinada na reunião subseqüente. Assim fica tudo registrado: opiniões, comentários, sugestões, esclarecimentos e outros.

Carta de Turismo São Vicente - 17 de setembro de 2010

A cidade de São Vicente vem trabalhando no desenvolvimento sustentável do turismo, promovendo sensibilização e comprometimento de todos os envolvidos na atividade com objetivo de tornar a Primeira Cidade do Brasil um destino de excelência para se visitar. 

Nosso município distante apenas 78 km da Capital São Paulo é a Primeira Cidade do Brasil, pois aqui desembarcou Martim Afonso de Sousa com a ordem de povoar e combater os corsários estrangeiros, dando início ao processo de urbanização do litoral brasileiro e da colonização portuguesa.

Atrai turistas de todo o Estado de São Paulo, pois seu acesso é muito fácil – via Sistema Anchieta-Imigrantes – recebendo na alta temporada (período de dezembro a fevereiro) aproximadamente um milhão de turista

As principais motivações são os 6 km de praias, entretanto o município tem muito mais a oferecer:

·        O teleférico transporta o visitante da Praia Itararé ao Morro Voturuá onde está localizada a rampa de vôo de livre (uma aventura inesquecível para realizar um vôo duplo com instrutor), ou apenas para avistar o cenário maravilhoso da baía de São Vicente.
·        No mirante localizado no alto da Ilha Porchat, projetado pelo famoso arquiteto Oscar Niemeyer, tem-se uma paisagem única – local ideal para fotos além de poder experimentar a gastronomia e vida noturna.
·        O Parque Cultural Vila de São Vicente reproduz a Vila Colonial com gastronomia, artesanato e intensa vida cultural. Outro ponto importante da cultura vicentina é a Casa Martim Afonso, que abriga sítio arqueológico e espaço de exposições itinerantes.
·        A praia do Gonzaguinha conta com equipamentos histórico-culturais como Biquinha de Anchieta, Ponte Pênsil, Parque Ipupiara e Plataforma de Pesca além da Praça Tom Jobim onde são realizados muitos shows e a Encenação da Fundação de São Vicente – realizado há 27 anos na semana de 22 de janeiro (considerado o maior espetáculo em areia de praia do mundo, com participação de mais de mil atores da comunidade e de artistas renomados).
·         Parque Estadual Xixová-Japuí também contribui para tornar o município uma referência ambiental. Ainda está em fase de estudos a implantação do Ecoturismo e visitação nas praias inexploradas como Itaquitanduva, Paranapuã e Porta do Sol, sem contar o projeto de revitalização do Porto das Naus, o primeiro trapiche alfandegário do Brasil.
·        Complexo de Eventos e Centro de Convenções Costa da Mata Atlântica é o grande atrativo do turismo de negócios, com mais de 10 mil metros quadrados, comporta eventos para cinco mil pessoas, tem auditório com divisões e estacionamento com capacidade para 700 automóveis.
·        Outros segmentos estão sendo inventariados e estudados para atrair diversos nichos de mercado e aumentar a visitação o ano inteiro no município, a saber: turismo náutico, de pesca, aventura, esportivo e religioso.
·        Possui estrutura de atendimento ao turista com nove postos de informação turística, sendo um metropolitano, com monitores preparados para receber o visitante e dar informações preciosas sobre todos os produtos e serviços que o município oferece.
·        A rede hoteleira vicentina é pequena, mas atende à demanda, com seis hotéis e doze pousadas e a gastronômica é bastante variada com restaurantes, pizzarias, bares, lanchonetes e casas noturnas, pois ambas mostram as opções e a hospitalidade vicentina.


Desde 2009 a cidade vem trabalhando para incrementar a visitação, principalmente na baixa temporada. Muitos projetos estão sendo elaborados para divulgação do destino e da região metropolitana.

·        Para atrair público da Terceira Idade foi elaborado o Projeto Viaja São Vicente, que cadastraram grupos de Melhor Idade do interior de São Paulo, atingindo cerca de 300 mil idosos, que receberam nossa folheteria e o convite para conhecer a cidade. Além disso, com parceria de agências locais foi possível oferecer aos nossos grupos organizados algumas viagens para outros destinos, com toda segurança e a preços acessíveis.
·        O Projeto Viva o Turista! Visando a hospitalidade, incentiva ações de aproximação com o turista para divulgação dos produtos e serviços.   
·        Também foi realizado o concurso gastronômico Sabor São Vicente, que mostrou a grande variedade de produtos oferecidos com qualidade e atendimento de primeira categoria, tendo expressiva participação dos empreendimentos.
·        Com a sensibilização do empresariado conseguimos também reativar o Conselho Municipal de Turismo e assim formar um grupo de trabalho mobilizado e organizado que resultou em nova folheteria, participação em feiras, press trip, dentre outras.
·        Houve também preocupação com os envolvidos na recepção e orientação do turista, buscando a capacitação dos estagiários, por meio de aulas de monitorias em atrativos turísticos, políticas públicas do turismo e qualidade/postura no atendimento.Com a necessidade na melhoria do produto turístico foram elaborados diversos projetos, a saber:

v     Sinalização e mobiliário temático – Pq Ecológico Voturuá
v     Reforma do Complexo de Eventos e Centro de Convenções – Foyer e cobertura
v     Construção da Casa da Memória de Padre Anchieta
v     Implantação de trilhas e observatório de pássaros no Pq Ecológico Voturuá
v     Construção do Centro de Educação Ambiental
v     Reforma das instalações do Pq Ecológico Voturuá – quiosque, banheiros, parte elétrica
v     Sinalização Turística – colocação de 74 placas – em fase de licitação
v     Implantação de placas interpretativas nos atrativos turísticos – em fase de liberação AGEM
v     Implantação do Centro Municipal de Idiomas – Mtur – em fase de licitação
v     Drenagem e pavimentação de ruas da Área Continental - Mtur
           
Entretanto, outros projetos ainda serão necessários... Há muito trabalho a ser realizado...

O Estudo de Competitividade de Municípios Indutores de Turismo, graças à parceria do Ministério do Turismo com a Fundação Getúlio Vargas – FGV e SEBRAE realizado em 2009 e agora divulgado o resultado, é um marco definidor de quais caminhos percorrer....... São Vicente teve média de 61,1 pontos enquanto a média nacional foi de 54,0, a média de capitais foi de 61,9 e a de não capitais foi de 48,4 pontos.          

Esse estudo teve como objetivo principal de mensurar a capacidade crescente de um destino em gerar negócios nas atividades relacionadas com o setor de turismo, de forma sustentável, proporcionando ao turista uma experiência positiva. Nele são identificados os pontos positivos e negativos que a cidade deve observar com atenção e buscar soluções para corrigir seu plano de turismo.

A partir daí, os municípios serão priorizados para receber verbas para solucionar seus pontos críticos, preparando os municípios indutores para os eventos internacionais que o Brasil receberá nos próximos anos, sendo o primeiro deles a Copa do Mundo em 2014Fechando o ciclo de motivação e sensibilização para o desenvolvimento do turismo vicentino a Câmara Municipal aprovou por unanimidade a alteração da lei do Conselho Municipal de Turismo, ampliando os membros titulares de 10 para 28, aumentando a representatividade da área pública e privada, com a inclusão do segmento náutico, quiosques e operadoras de Turismo e também de setores transversais à atividade que inclui representantes das áreas de Segurança. Trânsito, Obras Públicas e Educação profissional – Tripulantes do Futuro e Aprendiz de Turismo.

            O processo de escolha de seus representantes se deu em pré-conferências realizadas durante o mês de agosto/2010 com os setores produtivos ligados ao turismo (meios de hospedagem, rede gastronômica, estudantes, empresas prestadoras de serviços – eventos, entretenimento, agências de viagem, operadoras de turismo, e do segmento praia – quiosques) onde foram apontados questionamentos que afetam diretamente sua atividade, bem como sugestões de ações para crescimento econômico do município visando melhoria do produto turístico oferecido.

O resultado final dessas pré-conferências resultou na I Conferência de Turismo de São Vicente, quando além da posse do CONTUR – Conselho Municipal de Turismo ocorre aprovação da Carta de Turismo, que apresenta os mesmos treze quesitos do Estudo de Competitividade de Municípios Indutores de Turismo pela FGV a pedido do Ministério de Turismo e discutidos pela comunidade vicentina: infraestrutura, acesso, serviços e equipamentos turísticos, atrativos turísticos, marketing e promoção do destino, políticas públicas, cooperação regional, monitoramento, economia local, capacidade empresarial, aspectos sociais, ambientais e culturais.

            Como um instrumento de planejamento a ser adotado nas políticas públicas e em investimentos privados, a CARTA DE TURISMO DE SÃO VICENTE passa a se constituir como uma ferramenta de gestão administrativa, caracterizada desde sua origem pela sensibilização, mobilização e efetiva participação de todos os segmentos da sociedade vicentina.
           
A seguir, além dos quesitos negativos assinalados pela FGV estão sintetizadas as opiniões, críticas e sugestões da comunidade vicentina.  

Esta Carta será enviada aos órgãos públicos e autoridades envolvidas com questões relacionadas ao Turismo em São Vicente, para ciência e providências, buscando soluções para os problemas aqui apontados, pois é sabido que uma cidade boa para o turista é uma cidade boa para quem nela mora, estuda, trabalha....

Infraestrutura
   ·        Ausência de polícia especializada em atendimento ao turista – PM
·        Ausência de polícia especializada em atendimento ao turista – Polícia Civil
·        Melhorar a estrutura da Defesa Civil
·        Ausência de espaços destinados a veículos turísticos e de estacionamento          
·        Melhoria na conservação urbana
·        Estado de conservação do mobiliário urbano nas áreas turísticas
·        Priorizar política de erradicação das palafitas
·        Desassorear o canal dos Barreiros e Mar Pequeno
·        Melhorar segurança nas áreas comerciais e turísticas
·        Garantir a reurbanização do Gonzaguinha
·        Necessidade de colocação de banheiros públicos próximo ao PIT Carecas
·        Criar uma equipe permanente de manutenção dos atrativos
·        Segurança – melhorar iluminação e ampliar colocação de câmeras de segurança nos atrativos turísticos e próximo ao trade (hotéis, restaurantes, casas noturnas, marinas)
·        Intensificar policiamento marítimo
·        Melhorar manutenção (troca de lâmpadas – Praia do Itararé) e dos chuveiros da praia
·        Corrigir o extravasamento do esgoto da praia Itararé – principalmente nos banheiros públicos
·        Inexistência de Portais na entrada da cidade (necessidade de quatro portais)


Acesso

·        Apoiar a implantação de aeroporto na região
·        Melhorar estrutura do Terminal Rodoviário, inclusive com implantação de guarda-volumes para usuários e condições dos banheiros
·        Carência de transporte público na Rodoviária para atrativos, além de implantar linha para área continental.
·        Estrutura do terminal aquaviário
·        Congestionamentos em qualquer época do ano no Sistema Imigrantes e nas principais vias de ligação com municípios vizinhos 
·        Inexistência de linha regular de transporte turístico (ônibus ou similar) que interligue os principais atrativos
·        Melhorar acesso da rampa do voo livre
·        Melhorar vias de acesso para marinas
·        Falta de estacionamento nos pontos turísticos e também locais próprios para embarque/desembarque de passageiros e mercadorias dos empreendimentos turísticos
·        Ponte Pênsil é limitador de acesso de embarcações – elaborar projetos para Turismo Náutico
·        Maior fiscalização nos acessos da cidade – entrada de ônibus não autorizados, limpeza, comércio irregular
·        Criar linhas turísticas metropolitanas

Serviços e Equipamentos Turísticos

·        Ausência de padronização local da qualidade hoteleira
·        Inexistência de sinalização turística nos padrões do Mtur.
·        Ausência de sinalização em idioma estrangeiro
·        Falta de sinalização nos atrativos
·        Melhorar a estrutura dos centros de atendimentos ao turista, com a reestruturação dos Postos de Informação Turística – Teleférico, Mirante, Carecas, Biquinha e Horto, bem como reforma do CITM Itararé
·        Ausência de atendimento fluente em idiomas estrangeiros
·        Não cumprimento de quesitos de acessibilidade na maioria dos empreendimentos comerciais e de serviços turísticos
·        Inexistência de incentivos formais à adoção de tecnologias que priorizem a questão ambiental nos estabelecimentos de hospedagem e de alimentos e bebidas
·        Poda das árvores do PIT Mirante e sinalização da poltrona
·        Necessidade de colocação de painel de eventos da cidade na Praia Itararé
·        Regulamentar o turismo com a 3ª Idade em São Vicente – há muitos informais
·        Carência de espaços para eventos acima de 500 pessoas – é necessário ter política de gestão de eventos no Centro de Convenções
·        Necessidade de sinalização nas ciclovias e nos postos de informações turísticas
·        Reforçar projeto paisagístico da orla (árvores não estão vingando)
·        Flexibilizar o horário de atividades esportivas na praia – principalmente na baixa temporada (atrair eventos esportivos)
·        União do segmento náutico na realização de eventos
·        Passar a responsabilidade da manutenção de banheiros públicos para a Prefeitura retirando a responsabilidade dos quiosques

Atrativos Turísticos

·        Ausência de estudos de capacidade de carga nos atrativos naturais
·        Infraestrutura disponível no atrativo natural - praias
·        Falta de preservação ambiental no entorno dos atrativos
·        Falta de monitoramento da capacidade de carga nos atrativos culturais
·        Falta de infraestrutura de apoio ao visitante nos atrativos culturais
·        Ausência de acessibilidade nos atrativos naturais e culturais
·        É preciso formatar calendário de eventos com realizações técnicas, científicas e artísticas para gerar atração de visitantes o ano inteiro.
·        Instalar DISK TOUR – 0800 para informações ao turismo
·        Acessibilidade universal nos atrativos bem como nos banheiros públicos
·        Proibir e fiscalizar uso do banho nas torneiras da Biquinha
·        Iluminar Marco Padrão, Monumento 500 Anos e Ponte Pênsil
·        Esconder fiação elétrica entre Igreja Matriz e Mercado Municipal
·        Reforço na manutenção dos equipamentos turísticos
·        Reurbanização das praias e colocação de árvores – chapéu de sol – maior sombra e conforto para turistas.

Marketing e Promoção

·        Prática contínua de participação em feiras e eventos
·        Inexistência de Plano de Marketing formal com metas e responsabilidades definidas, elaborado com a colaboração de diversos atores, fundamentado em pesquisas de demanda turística, com orçamento e planejamento definidos e com indicadores de desempenho.
·        Necessidade de produção de eventos próprios e material promocional para fora do seu território
·        Material promoção não alerta sobre o combate a exploração sexual de crianças e adolescente
·        Material institucional não mostra a preocupação do destino com a preservação do meio ambiente
·        Indisponibilidade do conteúdo em idiomas estrangeiros
·        Maior utilização da internet para divulgação do destino
·        Falta de divulgação de outros destinos da região da qual o destino faz parte, preocupação com a preservação do meio ambiente e combate a exploração sexual no site oficial
·        Necessidade de mais investimentos em Marketing institucional
·        Participação em feiras em parceria com empresários que concederão descontos promocionais
       ·        Réveillon - Queima de fogos também na Praia do Itararé
·        Participação em feiras de turismo com personagens da Encenação
·        Transformar eventos locais em turísticos nacionais, com divulgação principalmente no Estado de São Paulo, principalmente na baixa temporada
·        Implantação do destino São Vicente nos sites gratuitos, utilizando a internet como ferramenta de divulgação/promoção, inclusive divulgando que há monitores gratuitos nos principais atrativos.
·        Necessidade de assessoria de marketing para promoção do destino.
·        Colocação de vídeo turístico nas redes sociais.
·        Criação de um jornal ou colocar um caderno de turismo nos jornais locais
·        Confecção de material promoção de destino: banner, folheteria, revista, painéis, balcão para feiras, dente outros.

Políticas Públicas

·        Dotar Secretaria Municipal de Turismo com recursos próprios e incrementar investimentos diretos do governo estadual e federal, por meio de emendas parlamentares.
·        A SETUR não possui representação no Conselho Estadual de Turismo
·        A Secretaria segue planejamento formal sem revisão recente
·        Regulamentar a matéria “Educação para o Turismo” em escolas públicas e no CER
·        Priorizar contratação de empresas locais (eventos, etc.)
·        Rever gestão de uso do Centro de Convenções e dotar de melhor estrutura para receber eventos, atraindo o segmento Turismo de Negócios.
·        Capacitação sistemática de agentes públicos e privados para a recepção de turistas (guardas, jepom, taxistas, etc.)
·        Incentivar projetos de outros segmentos que não seja praia – terceira idade, religioso, cultural, ecoturismo, náutico e de aventura.
·        Ter mais integração entre a SETUR e outras secretarias
·        A SETUR deve ter vídeo institucional atual para divulgação do destino e fotos recentes dos equipamentos e serviços para aumentar a promoção de São Vicente, como destino turístico.
·        As demais secretarias de São Vicente devem ter a SETUR como órgão apoiador de seus eventos.
·        Turismo de negócios deve ser priorizado por causa do Petróleo e Gás – interesse de empresas.
·        Implantar nos quadros oficiais da Prefeitura com concurso público para turismólogo e pessoal profissional em captação de eventos.

Cooperação Regional

·        Necessidade de atualização de Plano de Desenvolvimento Turístico integrado com a região.
·        Desenvolver projetos regionais e fortalecer Instância de Governança da região turística Costa da Mata Atlântica.
·        Instância de governança não está formalmente constituída e não dispõe de recursos  próprios.
·        Os roteiros não foram elaborados com inventário da oferta turística
·        Não há produção de material dos roteiros regionais

Monitoramento

·        Realizar pesquisas de oferta e de demanda
·        Elaborar inventário da oferta e de indicadores de turismo
·        Continuar acompanhando os objetivos da política do turismo e dos impactos econômicos gerados.
·        Inexistência de inventário técnico de estatísticas turísticas ou relatórios de conjuntura turística
·        Não dispõe de modelos para análise do desenvolvimento turístico
·        Não monitoria os impactos sociais, culturais ou ambientais gerados pela atividade.
·        Todas as pesquisas realizadas devem ser divulgadas para demais secretarias.

Economia Local

·        Falta de benefícios financeiros (linhas especiais de financiamento) para o setor
·        Ausência de isenção ou redução de impostos locais para empreendimentos e serviços ligados ao setor
·        Inexistência de Convention & Visitors Bureau local
·        Pedir número de CEP para quiosques junto aos Correios
·        Incentivar artesanato por meio de feiras e exposições utilizando espaços alternativos nas praias
·        Revisar legislação vigente para nova categoria – quiosques – existe muitas restrições que não fazem ao camelo
·        Implantar incentivos fiscais através de parcerias para fortalecer o turismo náutico e eventos
·        Inclusão do trade no site oficial e no site de eventos – exemplo encenação
·        Realização de eventos nas Praias do Itararé e Gonzaguinha – durante o ano inteiro – com objetivo de diminuir a sazonalidade
·        Necessidade de financiamentos – linhas de crédito para turismo BNDES, BB, CEF – para todos os segmentos

 Capacidade Empresarial
·        Ausência de grupos nacionais e internacionais em meios de hospedagem
·        Inexistência de empresas de grande porte que produzam e exportem mercadorias de alto valor agregado
·        Inexistência de empreendimentos que fomente o empreendedorismo como arranjos produtivos locais.
·        Falta de capacitação profissional e de empreendedorismo para a categoria – trade
·        Parceria com o SEBRAE para capacitação dos proprietários e funcionários
Aspectos Sociais

·        Continuidade nas ações de elaboração do orçamento participativo e sensibilização da comunidade sobre a importância do turismo.
·        Fator negativo - Utilização de mão-de-obra informal durante a alta temporada
·        Deficiências sinalizadas na formação de pessoal local
·        Falta de consulta pública nos projetos turísticos
·        Ausência de programas de incentivo ao uso dos equipamentos turísticos pela população local.
·        Inexistência de políticas de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo
·        Buscar parcerias com o SENAC para aperfeiçoar mão de obra
·        Controlar a população de moradores de rua principalmente próximo a orla da praia e nos atrativos turísticos
·        Combate efetivo ao uso de drogas, principalmente nos atrativos
·        Treinamento e capacitação da mão de obra em idiomas e também em atendimento e recepção ao turista
·        Capacitação dos jovens de projetos sociais – conhecerem a própria cidade

Aspectos Ambientais

·        Continuidade de Secretaria e do Conselho Municipal com atribuição exclusiva de preservar o meio ambiente.
·        As Unidades de Conservação devem ter atividade turística monitorada e plano de manejo aprovado.
·        Não há Código Ambiental Municipal
·        Não existe Fundo Municipal para o meio ambiente
·        Existe atividade em curso potencialmente poluidoras no município
·        Não segue um plano municipal de gestão de resíduos hospitalares
·        Não existe estação de tratamento de água para sua reutilização 
·        Necessidade de ações permanentes de limpeza, conservação e conscientização dos moradores das palafitas sobre o lixo no estuário.
·        Ações de limpeza, conservação e conscientização dos moradores dos canais.
·        Ações de prevenção de combate à Dengue
·        Melhoria da limpeza urbana – retirar caçambas (Vila e Cap Luiz Pimenta/Imigrantes), realizar coleta de óleo
·        Colocar mais lixeiras próximas às praias – para atendimento dos banhistas
·        Melhorar sistema de drenagem do canal da Rua Japão
·        Ampliação do horário da coleta de lixo nas áreas comerciais (gastronomia) horários alternativos
·        Colocar lixeiras inteligentes nos pontos turísticos e em todos os equipamentos públicos, incentivando a separação do lixo e promovendo educação ambiental.
·        As caçambas colocadas na Vila e na praia são criadores de ratos e devem ser retiradas.
·        Observar maior limpeza e manutenção no aquário na Praça 22 de janeiro – Ipupiara
·        Ampliar a rede de tratamento de esgoto
·        Melhorar a balneabilidade das praias. 

Aspectos Culturais

·        Incentivar produção cultural local em todos os segmentos culturais
·        Apoiar projetos de desenvolvimento do Turismo Cultural  ligados a preservação da identidade e memória.
·        Não reconhecimento da produção cultural associada ao turismo fora da esfera local ou regional.
·        Inexistência de patrimônio artístico tombado
·        Não há fundo específico com objetivo de preservação e divulgação da cultura no destino
·        Artesanato – implantação de feiras e exposições de artesanato local
·        Reativar teatro de fantoches e das cenas na Vila de São Vicente – maior importância para Turismo Cultural
·        Criar eventos não gastronômicos para atração de turistas
·        Melhorar a estrutura do Museu do Escravo
·        Proibir guarda-chuva na Encenação (incluindo no preço do ingresso capa de chuva)
·        Realizar estudos no cruzeiro da Vila São Jorge
·        Levantamento da história da gastronomia em São Vicente
·        Necessidade de elaborar estudos sobre sítio Acaraú e Frei Gaspar da Madre de Deus
           
                                                           São Vicente, 17 de setembro de 2010